Matemática Estética: padrões numéricos ajudam a conquistar a harmonia perfeita!

Quadrados, ângulos proporções e poliedros. Sim, eles estão todos lá.
Se você achava que a matemática servia apenas para dificultar seu ano letivo, saiba que vai muito além disso.
A ciência está sempre em busca de respostas para tudo no mundo.
O porquê de alguns dias na semana se passarem mais rápido do que outros dias, o porquê de pessoas altas jogarem basquete… Mas e a beleza, é subjetiva?
Segundo a ciência, NÃO.
Quando você olha para um rosto e o define como perfeito ou “esculpido por anjos” existe sim uma proporção ideal e padrões numéricos definidos como sendo a harmonia perfeita.
Quer saber quais são esses padrões? Descubra nesse artigo como a estética está se utilizando da matemática para criar o esquadro perfeito!

Pitágoras, alma e cosmos
Parece ter saído de um livro de ficção, mas vamos nos ater aos fatos.
No período entre 570 a 500 anos a.C, o filósofo grego Pitágoras (aquele mesmo do teorema) começou a observar o universo e chegou a uma proporção áurea de 1,618.
Essa não é uma proporção qualquer, tampouco foi criada por Pitágoras. Ele apenas descobriu que ela já existia, que já estava lá. Em praticamente tudo no universo.
As conchas do caramujo, os arranjos de folhas nas árvores, rostos, corpos, monumentos… Basicamente tudo o que é belo possui uma proporção que paira pelos 1,618.
Para você ter uma ideia, quando nascemos, nosso umbigo divide nosso corpo em duas metades (metades, obviamente, de mesmo comprimento).
Lá para os 13 anos, nós esticamos e o resultado disso é que a parte localizada do umbigo para baixo ficou mais comprida do que a parte do umbigo para cima.
Bom, isso é óbvio. Mas, sabe quantas vezes maior a parte inferior ficou? Se você respondeu 1,618, você acertou.
Isso fez com que a estética voltasse os olhos para esse número.
Se é este o número que coloca o rosto de Monalisa em cheque, deve ser uma boa ideia desenvolver técnicas de mapeamento do rosto para se chegar a uma métrica perfeita (padrão) e a partir dele, oferecer a chance de ter um rosto de proporção áurea.
E não é que a ambição tomou proporções reais?

Da sequência de Fibonacci à Máscara Phi
Bem, não tem como falar de proporção áurea sem falar da sequência de Fibonacci.
Essa sequência misteriosa de números 1,2,3,5,8,13,21,34… É conhecida por ser a maior ditadora da natureza.
Isso porque nessa sequência, o número analisado é a soma dos dois anteriores e a divisão deste número pelo número anterior da sequência tem como resultado a proporção áurea 1,618.
Acho que depois disso não preciso explicar mais nada.
Essa proporção não é descoberta recente e Leonardo da Vinci muito sabidamente utilizou dela para criar a Monalisa.
Mas, como é possível utilizar esse conhecimento para deixar rostos perfeitamente simétricos?
Apresentou-lhes a Máscara Phi.
Desenvolvida pelo cirurgião plástico Steven Marquardt, a máscara Phi foi criada fundamentada em sequências matemáticas.
O nome (lê-se Fi) foi dado em homenagem ao escultor e arquitetoFídias que foi quem estruturou o Parhernon.
São essas sequências matemáticas baseadas no chamado “triângulo de ouro” onde a relação do lado maior pelo menor é igual a 1,618.
A máscara já pronta é projetada sobre o rosto, de modo que fica facilmente perceptível identificar o que precisa ser mudado para atingir o padrão de perfeita harmonia e alinhamento.
Além disso, mais proporções harmônicas para você: A “fórmula da beleza” conclui que a altura da testa deve ser igual a altura do nariz; a altura do nariz deve ser 1/3 inferior ao rosto e que a largura do nariz deve ser igual a largura dos olhos.

Embora saibamos que a harmonia e proporção tem tudo a ver, a beleza como um todo, extrapola o número 1,618.
Claro que, com segurança e sinal verde, algumas mudanças podem ser realizadas. Busque por profissionais qualificados de sua confiança e descubra se seu rosto possui a tão sonhada proporção áurea!